Resultados da pesquisa
No âmbito das comemorações do Dia da Internet Mais Segura 2026, realizou-se, no dia 10 de fevereiro, no Auditório Domingues de Azevedo da Ordem dos Contabilistas Certificados, em Lisboa, o Seminário subordinado ao tema “Direitos Humanos e Ciberbullying” .
Organizado pelo Consórcio Centro Internet Segura (CIS), o Seminário reuniu representantes institucionais, especialistas, educadores e jovens, numa reflexão integrada e multidisciplinar sobre o impacto do ciberbullying e a importância da salvaguarda dos direitos humanos no ambiente digital. A iniciativa dirigiu-se à comunidade educativa, às famílias e ao público em geral, com especial enfoque nos jovens.
Ao longo do seminário, foram abordadas diferentes perspetivas sobre o fenómeno do Ciberbullying e os Direitos Humanos, promovendo o diálogo entre áreas como a educação, a cidadania digital, a proteção das vítimas e a responsabilidade coletiva na construção de ambientes online mais seguros.
Um dos momentos de destaque do Seminário foi a apresentação do Manifesto Jovem, uma intervenção que deu voz às preocupações, expectativas e propostas dos jovens relativamente à prevenção do ciberbullying e à defesa dos direitos humanos no espaço digital, sublinhando o papel ativo que as novas gerações devem assumir na promoção de uma Internet mais segura, respeitadora e responsável.
Este evento integrou-se nas iniciativas do Consórcio Centro Internet Segura, que reúne o Centro Nacional de Cibersegurança (CNCS), a Direção-Geral da Educação, através do Centro de Sensibilização SeguraNet, integrada no Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação, I. P. (EduQA, I.P.), o Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ), a Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) e a Microsoft Portugal.
Assista à gravação: Seminário Direitos Humanos e Ciberbullying- Dia da Internet Mais Segura 2026
Consulte: Manifesto Jovem: ON Direitos Humanos, OFF Ciberbullying
A Comissão Europeia apresentou, no dia 10 de fevereiro de 2026, o Plano de Ação contra o Ciberbullying , com o objetivo de reforçar a proteção de crianças e jovens no ambiente digital e apoiar as vítimas deste tipo de assédio.
O plano assenta em várias medidas-chave, destacando-se a criação de uma aplicação à escala da União Europeia que permitirá às vítimas de Ciberbullying:
• Denunciar, de forma confidencial, casos de assédio online;
• Armazenar e enviar provas de forma segura;
• Aceder a linhas de apoio nacionais, serviços educativos e estruturas de proteção de crianças.
A Comissão desenvolveu um modelo comum da aplicação que os 27 Estados-Membros poderão adaptar, traduzir e articular com os seus próprios serviços de apoio.
Segundo dados da própria Comissão, um em cada seis crianças entre os 11 e os 15 anos já foi vítima de Ciberbullying, situação que pode ter efeitos negativos significativos na sua saúde mental e bem-estar.
A responsável europeia pela pasta da Tecnologia e Soberania Digital, Henna Virkkunen, afirmou que “as crianças e os jovens têm o direito de estar seguros quando estão online” e que o Ciberbullying coloca esse direito em causa, provocando sentimentos de mágoa, isolamento e humilhação.
O plano inclui ainda o reforço da aplicação da Lei dos Serviços Digitais (DSA), através do endurecimento das regras destinadas a proteger os menores de conteúdos nocivos nas plataformas digitais. Paralelamente, prevê o apoio à implementação da Lei da Inteligência Artificial, nomeadamente no combate à utilização de deepfakes e outras ferramentas de IA em práticas de Ciberbullying.
Além da aplicação europeia, o plano reforça a coordenação das políticas nacionais de combate ao Ciberbullying e promove práticas digitais mais seguras entre os jovens, incluindo a disseminação de recursos de literacia digital e a formação de educadores.
Esta iniciativa surge no contexto mais amplo dos esforços da União Europeia, para melhorar a proteção de menores nas plataformas digitais e reforçar a segurança online em toda a União.
Para mais informações consultar a página da Comissão Europeia.
A Comissão Europeia apresentou, no dia 10 de fevereiro de 2026, o Plano de Ação contra o Ciberbullying , com o objetivo de reforçar a proteção de crianças e jovens no ambiente digital e apoiar as vítimas deste tipo de assédio.
O plano assenta em várias medidas-chave, destacando-se a criação de uma aplicação à escala da União Europeia que permitirá às vítimas de Ciberbullying :
• Denunciar, de forma confidencial, casos de assédio online ;
• Armazenar e enviar provas de forma segura;
• Aceder a linhas de apoio nacionais, serviços educativos e estruturas de proteção de crianças.
A Comissão desenvolveu um modelo comum da aplicação que os 27 Estados-Membros poderão adaptar, traduzir e articular com os seus próprios serviços de apoio.
Segundo dados da própria Comissão, um em cada seis crianças entre os 11 e os 15 anos já foi vítima de Ciberbullying , situação que pode ter efeitos negativos significativos na sua saúde mental e bem-estar.
A responsável europeia pela pasta da Tecnologia e Soberania Digital, Henna Virkkunen, afirmou que “as crianças e os jovens têm o direito de estar seguros quando estão online ” e que o Ciberbullying coloca esse direito em causa, provocando sentimentos de mágoa, isolamento e humilhação.
O plano inclui ainda o reforço da aplicação da Lei dos Serviços Digitais (DSA), através do endurecimento das regras destinadas a proteger os menores de conteúdos nocivos nas plataformas digitais. Paralelamente, prevê o apoio à implementação da Lei da Inteligência Artificial, nomeadamente no combate à utilização de deepfakes e outras ferramentas de IA em práticas de Ciberbullying .
Além da aplicação europeia, o plano reforça a coordenação das políticas nacionais de combate ao Ciberbullying e promove práticas digitais mais seguras entre os jovens, incluindo a disseminação de recursos de literacia digital e a formação de educadores.
Esta iniciativa surge no contexto mais amplo dos esforços da União Europeia para melhorar a proteção de menores nas plataformas digitais e reforçar a segurança online em toda a União.
Para mais informações consultar a página da Comissão Europeia .